A invenção de Dédalo
As chuvas do início do verão (final de junho/início de julho) contribuíram para que os franceses pudessem aproveitar o divertimento que os tem atraído nos últimos tempos: o labirinto. Há uma quarentena deles espalhada por toda a França. Feitos, geralmente, de vegetais, alguns são efêmeros, outros permanentes. Os temas variam a cada ano, passando pelo “Mágico de Óz, Egito, Pequeno Príncipe, Amazônia, Victor Hugo, e este ano, para comemorar o centenário da morte: Jules Verne”. Os parques são abertos durante o verão, e custam entre 5 e 10 euros. A aventura se termina, normalmente, por uma peça de teatro ou outra apresentação qualquer, sempre relacionada com o tema escolhido.
Idéias novas a cada ano e para cada um deles não cessam de serem inventadas. A agricultura tem divulgado o milho, um produto não muito valorizado no país (raramente comido – mesmo os derivados; muitos dizem que não conseguem imaginar como, no Brasil, degustamos a espiga cozida, para eles, isso é comida de animal). Porém, entre outros, os milharais transformados em labirinto têm divulgado o produto com todas as suas delícias e valores nutritivos.
Essa moda começou em Reignac-sur-Indre, próximo à cidade de Tours, no departamento (estado) de Indre-et-Loire – centro da França, onde o primeiro labirinto vegetal da era moderna foi aberto em 01 de julho de 1996. Sua imagem fez a volta ao mundo, sendo uma das fotos mais espetaculares vista do céu (Album de Yann Arthus-Bertrand – editora La Martinière).
O que me chamou a atenção foi o sucesso que está tendo a invenção de Dédalo, e a maneira cultural de se divertir que leva esse povo a se imaginar o próprio mito. Talvez, nós, brasileiros, estejamos mais acostumados a “brincar” de Tântalo, pois quando acreditamos que nossa fome e sede será extinta, nossos sonhos são transformados em pesadelos e não vemos a fome zerar, nem a sede atenuar-se; ou talvez Sísifo, sempre no mesmo trabalho sem recompensa, e a pedra rolando montanha abaixo. Então, muito mais com esta idéia de mitos do que com a de Dédalo, fiquei instigada a pesquisar um pouquinho sobre tão misteriosa invenção na esperança, talvez, de encontrar a ansiada saída.
A história do labirinto começou, como sabemos, com a mitologia grega, onde o arquiteto Dédalo, a pedido do rei Minos, construiu um labirinto para aprisionar o Minotauro, filho da traição de sua esposa Pasífae com um touro. A construção foi tão bem feita, que ninguém conseguia escapar ao monstro. Dédalo só confiou o segredo à Ariana, filha de Minos, que o contou ao seu amante Teseu, provocando a cólera de seu pai, o qual mandou aprisionar Dédalo com seu filho Ícaro. Finalmente, construindo asas, Dédalo e Ícaro conseguiram fugir, mas a desobediência do filho o fez voar muito perto do sol, provocando o derretimento da cera e destruindo as asas, o que o fez cair ao mar e morrer. Teseu, por sua vez, desafiou o Minotauro e o derrotou seguindo o conselho de Dédalo: amarrar um fio na entrada do labirinto e levá-lo consigo para depois poder achar o caminho de volta.
Moeris, no Egito, também foi um labirinto muito famoso, em 4.000 a-C, sobre o qual Herodes dizia que, em se tratando de maravilha e indústria, era a mais bela das pirâmides. Já mais recentemente, estão gravados na história, os percursos - intitulados “Lugares (ou Caminhos) de Jerusalém” - nos solos das catedrais da Idade Média, percorridos de joelhos pelos peregrinos para serem dispensados da viagem à Terra Santa.
Considerada uma das construções mais enigmáticas do mundo, esse edifício milenar, que se caracteriza por sua infinidade de longos corredores e quartos, fascina tanto quanto intriga. Os traços de uma complexidade, freqüentemente hermética, testemunham uma vontade inquietante de derrotar o adversário. Impresso nas paredes de algumas grutas pré-históricas, o labirinto deve sua posteridade a quatro construções antigas mencionadas na história; uma delas, fora erguida na ilha grega de Lemnos e sustentada por belíssimas colunas; outra fora edificada como túmulo de Porsena, rei de Clusium - Etrúria, e seus sucessores; as do Egito e Creta, permanecem as mais remarcáveis.
Construído pelo faraó Amenemá III, o labirinto do Egito era composto de doze palácios e três mil peças que os ligavam. A única entrada e os incontáveis muros esculpidos impediam os visitantes de encontrarem a saída sem a ajuda de um guia. O Labirinto de Creta ou de Gortínia, criado por Dédalo, é indissociável da mitologia grega. O arqueólogo Sir Arthur Evans atesta que a construção legendária era o palácio de Cnosso. Buscas arqueológicas revelaram uma construção nas suas passagens estreitas e sinuosas cujo percurso era, sem dúvida, seguro para a instalação do fio de Ariana (fio condutor que permitiu a Teseu de encontrar a saída depois de matar o Minotauro).
O folclore mundial apoderou-se do labirinto e o apresentou como teatro de acontecimentos épicos. Uma teoria estabelece uma correlação entre essas construções e o mito de Atlântida, baseada nas impressões dessa geometria original sobre os rochedos de um lado e de outro do Atlântico, bem como no grifo encontrado em Mogor, na Galícia. Alguns vêem aí um plano no meio do qual o templo de Poseidon só poderia atingir após inúmeros desvios impostos pelo caminho. A hierarquia concêntrica e as fortificações circulares da capital de Atlântida evocam a figura do labirinto.
Na idade média, a Igreja oculta o sentido pagão do labirinto e lhe confere uma dimensão religiosa. Ela substituiu, progressivamente, a imagem de Cristo à do Minotauro nos lugares de culto. Gravado nos solos das catedrais, ele anuncia algo de sagrado e precioso. O peregrino remonta de joelhos até o seu centro, simbolizando uma viagem espiritual e purificadora. As idas e voltas que precedem o acesso ao centro representam suas próprias voltas na busca da comunhão com Deus. A peregrinação no labirinto efetua-se em três tempos. A Expiação vem quando se chega ao Centro. O fiel se desapega das futilidades da existência para focalizar-se em suas emoções e pensamentos; seu espírito, acalmado, determina a Iluminação que intervem ao Centro. A experiência mística revela-se nas preces; a União consiste em sair do labirinto unido a Deus.
Muitos desses labirintos acabaram sendo destruídos por representarem uma concessão imperdoável ao paganismo. Raros conseguiram atravessar as épocas. Na França, os labirintos de Chartres, de Amiens e de Guingamp estão longe de ser relíquias silenciosas de um outro tempo. Inspiram tanto admirações como interrogações. O da catedral de Chartres, conhecido por “Caminho de Jerusalém” é um dos maiores. Sua singularidade reside no reflexo da rosácea do vitral em seu centro. A especificidade do labirinto não se resume em sua forma, nem em sua função religiosa ou militar quando segreda tesouros. Sua localização não é aleatória. Os labirintos de igrejas indicam, em sua maioria, pontos de convergência de forças telúricas.
No século XVI, os italianos levaram os labirintos aos jardins. A vocação religiosa é esquecida prevalecendo o lúdico. Dédalo transforma-se numa era de jogos. Sua entrada nos parques de atrações desenvolve, dando continuidade até nossos dias, um mundo turístico-comercial estudado de perto.
Há quem diga que o labirinto provoca a profusão e a confusão dos sentimentos, exercendo uma espécie de posse sobre o homem que não consegue desvendá-lo em sua integralidade. Um ponto de vista redutor consiste a limitá-lo a um desafio arquitetural. Os construtores da Antiguidade preferiam uma razão mais profunda, eles tinham consciência de seu potencial artístico. Sua riqueza faz dele uma verdadeira fonte de inspiração. Leonardo da Vinci sempre os colocava como plano de fundo de seus quadros. O surrealismo estuda o simbolismo do labirinto. Rabelais não o deixou de fora da literatura, inculcando-lhe a divisa: “Faça o que quiser”, orna-o como o “jardim de prazeres femininos” e se associa a uma filosofia do prazer de viver, onde divertimento e aprendizagem não são incompatíveis. Jorge Luis Borgès o valoriza como um símbolo forte da perplexidade dos homens face aos mistérios da vida. Goethe disse que o que o homem não sabe ou não tem nenhuma idéia, passeia na noite através do labirinto do espírito.
Antes de ser uma fantasia arquitetural, o labirinto é um símbolo poderoso; uma filosofia humana, além de uma figura original, geométrica, sagrada ou mágica. Sua existência material só constitui uma parte de sua história. Sua solução encontra-se em uma aventura interna, com a condição de aceitá-la e entregar-se a ela.
O assunto é inesgotável, e não ousaria tentar desvendar todos os seus mistérios nessas breves linhas. Fiquemos com o que pudermos reter, e prossigamos a investigação se acaso nos interesse. Continuemos no caminho de Dédalo… e porque não de Tântalo e de Sísifo? Diferenças à parte, o objetivo é chegarmos ao final e que nos deixem, ao menos, a esperança de podermos percorrer a trilha na confiança de chegarmos ao fim, de saciarmos nossa fome e sede de comida, de trabalho, de lazer, de dignidade, de vida.
A lenda de Osíris comprova que Ísis foi coroada de sucesso, uma vez que, após o desmembramento do corpo de seu esposo, Anúbis voluntariou-se prontamente para auxiliar a deusa a reunir os inúmeros fragmentos do defunto. Posteriormente, Anúbis participa com igual dedicação nos rituais executados com o fim de restituir a Osíris o sopro de vida e que lhe facultaram a concepção da primeira múmia, fato que legitimou a sua conversão no venerado deus do embalsamamento, eterno guia do defunto no Além. A sua crescente influência garantiu-lhe um posto relevante no tribunal composto por quarenta e dois juizes que julgava os recém- inumados. De fato, é ele quem conduz o morto até Osíris, apresentando-o ao tribunal por ele presidido, para de seguida proceder à pesagem do coração. Se porventura o morto desejar mais tarde regressar à terra, é Anúbis quem ele tem a obrigação de notificar previamente, dado que esta surtida só será exeqüível com o seu consentimento expresso, formalmente consignado sob a forma de um decreto.
As suas múltiplas funções permitem a este deus deter diversas denominações, embora todas elas se encontrem intrincadamente relacionadas com o seu papel na vida póstuma dos egípcios. Assim, Anúbis é reconhecido como "o das ligaduras", como patrono dos embalsamadores, "presidente do pavilhão divino", enquanto soberano do edifício onde a poesia da mumificação era declamada por peritos, "senhor da necrópole" ou então "aquele que está em cima da montanha", designações que exaltavam a sua posição enquanto guardião dos túmulos e condutor dos defuntos nos traiçoeiros labirintos do mundo inferior. Como tal, não é de todo inusitado o rol interminável de hinos e preces a ele destinados, que encontramos não raras vezes nas paredes das mastabas mais antigas e igualmente no famigerado "Texto das Pirâmides".Anúbis constitui igualmente a deidade tutelar da décima sétima província do Alto Egito, cuja capital, Cinopólis ("A Cidade dos Cães"), era o âmago do seu culto, não obstante a sua imagem ser também uma constante em relevos e textos figurativos existentes nas sepulturas reais ou plebéias do vale do Nilo. Com efeito, ao longo de toda a época faraônica, Anúbis usufruiu de uma inefável popularidade que se refletiu na sólida implantação do seu culto nos díspares centros religiosos do país, particularmente em Tebas ou Mênfis. Em Charuna, localidade próxima do seu principal santuário, deparamo-nos com uma necrópole de cães mumificados, os quais eram venerados enquanto animais sagrados do deus.
Mas afinal que arte era esta que Anúbis protegia e representava? Originalmente, antes de haverem alcançado o seu meticuloso método de mumificação, os Egípcios envolviam os seus defuntos numa esteira ou pele de animal, visando que o calor e o vento dissecassem os cadáveres. Após um moroso processo evolutivo, os embalsamadores conseguiram enfim obter de forma artificial tal conservação natural, mediante um prolixo tratamento, que se prolongava por setenta dias. Uma vez ser necessário quantidades abundantes de água para lavrar os corpos, este ritual era realizado na margem Ocidental do rio Nilo (a considerável distância das habitações), onde os embalsamadores trabalhavam numa tenda arejada. Ultimado o referido período de tempo, os defuntos seguiam para as designadas "Casas de Purificação", meras salas reservadas para as práticas de mumificação, onde cada gesto dos embalsamadores era talhado no olhar vigilante dos sacerdotes. Segundo inúmeros baixos-relevos e pinturas, estes primeiros ostentavam máscaras com a efígie do deus- chacal Anúbis, a deidade protetora dos mortos, talvez num desejo de atrair a sua benevolência.
O único exemplar que se conserva de semelhante máscara leva a crer que esta servisse igualmente de proteção contra os diversos cheiros que fustigavam os embalsamadores. Alguns momentâneos descuidos destes levaram-nos a esquecerem-se, por vezes, de determinados instrumentos no interior das múmias, o que nos permite conhecer, aprofundadamente, os seus diversos utensílios de trabalho: ganchos de cobre, pinças, espátulas, colheres, agulhas, vasos munidos de bicos para deitar a goma escaldante sobre o cadáver e furadores com cabeça de forcado, para abrir, esvaziar e tornar a fechar o corpo. Dada a ausência de qualquer informação legada pelos Egípcios sobre as suas técnicas de embalsamamento, é necessário recorrer aos relatos de historiadores gregos, como Heródoto, para que a nossa curiosidade seja saciada. As suas descrições permitem-nos vislumbrar cada movimento dos embalsamadores. Em primeiro lugar, estes extraíam o cérebro do defunto pelas narinas, com o auxílio de um gancho de ferro. Seguidamente, ¿com uma faca de pedra da Etiópia¿ (segundo refere Hérodoto) efetuavam uma incisão no flanco do defunto, pelo qual retiravam os intestinos do morto.
Após terem limpo diligentemente a cavidade abdominal, lavavam-na com vinho de palma e preenchiam o ventre com uma fusão de mirra pura, canela e outras matérias odoríferas. Deixavam então o corpo repousar numa solução alcalina, baseada em cristais de natrão seco, onde permanecia durante setenta dias, ao fim dos quais a múmia era envolvida com mais de vinte camadas de ligaduras e coberta por um óleo de embalsamamento (uma mistura de óleos vegetais e de resinas aromáticas- coníferas do Líbano, incenso e mirra), que endurecia, rapidamente. Todavia, as suas propriedades anti-micósicas e anti-bacterianas não protegiam a estrutura do corpo esvaziado, dessecado e leve, fato comprovado pelo incidente ocorrido com a múmia do jovem faraó Tutankhámon, que se fragmentou, quando a tentaram remover do seu caixão. As faixas que envolviam o defunto eram, preferencialmente, de cores vermelho e rosa, jamais sendo utilizado para a sua concepção linho novo, mas sim, aquele que era obtido a partir das vestes que o morto envergava em vida. À medida que as ligaduras eram colocadas em torno dos defuntos, os sacerdotes presentes pronunciavam fórmulas sagradas. Simultaneamente, depositavam-se nos leitos de linho inúmeros amuletos profiláticos, tendo mesmo sido encontrada uma múmia com cerca de oitenta e sete destes objetos de culto. Entre estes encontrava-se ankh (vida), uma das mais preciosas dádivas oferecidas aos homens pelos deuses; o olho de oudjat, ou olho de Hórus, símbolo de integridade, que selava a incisão feita pelos embalsamadores, para retirar as entranhas do morto; um amuleto em forma de coração, concebido para assegurar que os defuntos seriam bem sucedidos nos seus julgamentos; e o escaravelho, esculpido em pedra, barro ou vidro. Este inseto enrola bolas de esterco, onde depõe os ovos. Os Egípcios creiam que um escaravelho gigante gerara o Sol de forma similar, rolando-o em direção do horizonte, até ao firmamento. Uma vez que todas as manhãs este astro soberano desprende-se de um abraço de trevas, o escaravelho tornou-se num símbolo da ressurreição dos mortos.
Um labirinto é constituído por um conjunto de percursos intrincados criados com a intenção de desorientar quem os percorre. Podem ser construções tridimensionais (como o lendário labirinto de Creta, ou um conjunto de sebes plantadas de forma a proporcionar entretenimento num jardim), desenhos (como os labirintos que aparecem nos jornais como passatempo), etc. Utiliza-se frequentemente o termo para adjectivar outros géneros de obras. Por exemplo, diz-se de um romance com enredo complicado ou cuja narração não é linear que é "labiríntico". Jorge Luis Borges desenvolveu o assunto em diversos contos e ensaios. Na mitologia grega, o labirinto de Creta teria sido construído por Dédalo (arquitecto cujo nome tornou-se, depois, também sinónimo de labirinto) para alojar o Minotauro, monstro metade homem, metade touro, a quem eram oferecidos regularmente jovens que devorava. Segundo a lenda, Teseu conseguiu derrotá-lo e encontrar o caminho de volta do labirinto graças ao fio de um novelo, dado por Ariadne, que foi desenrolando ao longo do percurso. Tecnicamente alguns autores diferem Labirintos de Dédalos. Os Labirintos seriam caminhos unidirecionais que após algumas voltas sempre levaria aocentro, enquanto os Dédalos seriam as estruturas que visam confundir com entradas e saídas multiplas. Eminglês estes dois tipos de desenho são definidos pelas palavras "Labyrinth" e "Maze" respectivamente
.Significado: http://pt.wikipedia.org/wiki/Labirinto
ESSE BLOG FALA UM POUCO DA MINHA VIDA, DAS COISAS QUE GOSTO DE LER, VER E OUVIR , TAMBÉM ME PROPORCIONA UM GRANDE PRAZER : O DE ESCREVER.VALE A PENA CONFERIR.
Lua Nova (2008)
Legiões de leitores, arrebatados por Crepúsculo, um best-seller do New York Times, estão ansiosos pela continuação da história dos amantes perseguidos pela má sorte, Bella e Edward. Em Lua Nova, Stephenie Meyer assina uma nova e irresistível combinação de romance e suspense, com um toque de sobrenatural. Apaixonante, fascinante e cheia de surpreendentes reviravoltas, esta saga amorosa de vampiros caminha, a passos largos, para a imortalidade literária.
«Lua Nova mais do que alimentar os desejos ardentes de sangue dos fãs do primeiro volume, deixa-os sem fôlego para o terceiro.»- School Library Journal
«Desde a sua capa com uma orquídea até ao final, os fãs de vampiros consumirão vorazmente este intenso volume, de uma só vez, voltando ao início para depois o devorarem de novo.»- VOYA
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9º EM VENDAS
Barroco Tropical (2009)
Uma mulher cai do céu durante uma tempestade tropical. As únicas testemunhas do acontecimento são Bartolomeu Falcato, escritor e cineasta, e a sua amante, Kianda, cantora com uma carreira internacional de grande sucesso. Bartolomeu esforça-se por desvendar o mistério enquanto ao seu redor tudo parece ruir. Depressa compreende que ele será a próxima vítima. Um traficante de armas em busca do poder total, um curandeiro ambicioso, um antigo terrorista das Brigadas Vermelhas, um ex-sapador cego, que esconde a ausência de rosto atrás de uma máscara do Rato Mickey, um jovem pintor autista, um anjo negro (ou a sua sombra) e dezenas de outros personagens cruzam-se com Bartolomeu, entre um crepúsculo e o seguinte, nas ruas de uma cidade em convulsão: Luanda, 2020.
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MICHAEL JACKSON A DESPEDITA.
A MORTE DE UM GRANDE ÍDOLO.
Michael Jackson foi um ícone de gerações
Michael Jackson foi um ícone de gerações. Seu sucesso atingiu o céu, sua carreira baixou ao inferno, sua vida nunca foi na Terra, e agora morto, desapareceu para sempre. Nascido em Gary, nos EUA, começou a cantar com 5 anos como líder do Jackson 5 (lê-se diéquisson faive).
Entretanto não iremos relembrar sua vida, sua vida de Britney Spears macho, iremos falar da sua morte. Michael Jackson morreu de repente, ninguém esperava, muito menos Caju e Castanha. Morreu engasgado no quarto de um hotel na cidade de Alice, WL, nos Estados Unidos.
Milhões de fãs em todo o mundo choraram, Bush prestou condolências, as crianças na África pararam de sentir fome por um dia em respeito ao líder do pop, Bono ganhou o recheio banco-preto meio a meio, Obina fez um gol para ele, Mickey dançou aquele passinho ridículo, Bóris Yeltsin não fez nada e a Hebe chorou.
Michael Jackson para sempre será um exemplo de como não se deve levar a vida. Um grande papel.
anjos caidos a verdade
ANJOS CAÍDOS .
Cinema
'Harry Potter 6' é 'o melhor da série', diz Vaticano
15 de julho de 2009
VEJA TAMBÉM
REVISTAS ABRIL
Foram necessários seis filmes para que Harry Potter tivesse a "bênção" do papa. A mais nova continuação da saga, que estreia nesta quarta-feira nas salas de cinema do mundo todo, foi bem recebida pela Igreja Católica, que havia reprovado os cinco primeiros filmes da série. Pelo menos é isso que sugere uma crítica publicada na terça pelo Osservatore Romano, o jornal do Vaticano.
Para quem ainda está na dúvida se quer ver Harry Potter e o Enigma do Príncipe, fica a recomendação do Vaticano: é o "melhor da série" . "A mistura de suspense sobrenatural e romantismo dá o equilíbrio certo, tornando as aventuras dos protagonistas mais verossímeis", diz o jornal. O filme - o sexto da saga - traz uma batalha final entre o bruxinho e seu arquiinimigo, Lord Voldemort.
A "clara" distinção entre o bem e o mal, aliás, foi um dos fatores que conquistou a Igreja. "A linha entre aqueles que trabalham para o bem e aqueles que fazem o mal parece bastante clara", diz o jornal, que também elogiou os efeitos especiais do longa e o tratamento dado ao romance adolescente da história.
A crítica sinaliza uma clara mudança de opinião do Vaticano. Em 2003, por exemplo, o papa Bento XVI (então cardeal Joseph Ratzinger) disse temer que as "sutis seduções" da saga podiam minar o desenvolvimento religioso das crianças ao confundir o bem e o mal. O jornal do Vaticano chegou a dizer, inclusive, que o filme era "prejudicial" e até "anticristão".
Minha vida em cor-de-rosa[Ma vie en rose] França, Bélgica e Inglaterra, 1997.
E não tem como um gay não se emocionar com o final
POESIAS
ANIVERSARIANTES DE SETEMBRO
Cortar o tempo
Quem teve a idéia de cortar o tempo em fatias,
a que se deu o nome de ano,
foi um indivíduo genial.
Industrializou a esperança, fazendo-a funcionar no limite da exaustão.
Doze meses dão para qualquer ser humano se cansar e entregar os pontos.
Aí entra o milagre da renovação e tudo começa outra vez, com outro número e outra vontade de acreditar que daqui pra diante vai ser diferente
Feliz Aniversário
Alguma coisa está acontecendo,
olhei para o céu, cadê as estrelas???
o sol sumiu;
a lua partiu.........
Sumiram as rosas dos jardins,
Sumiram os peixinhos do mar,
E vento deve estar soprando em outro lugar......
Em busca de ajuda,
procurei os anjinhos,
e nem eles consegui encontar.
Quando de repente um deles,
eu vi tentando escapar.......
Não exitei, e fui logo perguntando:
Anjinho, anjinho: -O que está acontecendo???
E o anjinho mesmo que apressado,
respondeu ao meu chamado:
-Meu rapaz, você não tem do que se preocupar,
todos saíram para comemorar,
o aniversário da pessoa mais linda.......deste lugar......
Soneto de aniversário
Passem-se dias, horas, meses, anos
Amadureçam as ilusões da vida
Prossiga ela sempre dividida
Entre compensações e desenganos.
Faça-se a carne mais envilecida
Diminuam os bens, cresçam os danos
Vença o ideal de andar caminhos planos
Melhor que levar tudo de vencida.
Queira-se antes ventura que aventura
À medida que a têmpora embranquece
E fica tenra a fibra que era dura.
E eu te direi: amiga minha, esquece...
Que grande é este amor meu de criatura
Que vê envelhecer e não envelhece.
Poema de Aniversário
Procurei no dicionário,
Com paciência e cuidado,
O real significado
Da palavra aniversário.
Aquele livro pesado,
Mestre dos visionários,
"Pai dos burros" batizado,
Pareceu-me sectário,
Ao responder meu chamado.
Deveras decepcionado,
Joguei o meu dicionário
Na estante, empoeirado,
Para pregar, solitário,
O meu significado
Da palavra aniversário.
Diz assim, o verbete lendário,
Ontem, por mim criado:
"Aniversário: Espécie de relicário,
Muitíssimo bem guardado
Nas folhas do meu diário,
Dos versos que eu escrevi,
Com todo amor, e não li,
Durante o ano passado."
A celebração de mais um ano de vida é a celebração de um desfazer, um tempo que deixou de ser, não mais existe.Fósforo que foi riscado.Nunca mais acenderá.Daí a profunda sabedoria do ritual de soprar as velas em festa de aniversário.Se uma vela acesa é símbolo de vida, uma vez apagada ela se torna símbolo de morte.
Rubem AlvesParabéns amor, felicidades pelo seu aniversário, que os seus sonhos e desejos possam tornar-se realidade, principalmente se eu fizer parte deles.
Sabe, eu gostaria de ter o dom de expressar em palavras tudo o que eu sinto por você, mas infelizmente, não sou um poeta, mas as vezes acho que nem mesmo se eu fosse um poeta conseguiria explicar para você esse meu sentimento.
Pois como explicar com palavras algo que se sente tão profundo, como explicar o que é esse coração acelerado, quando você chega, ou esse desespero quando você sai.
Essa alegria sem fim quando você me abraça, ou esse calor imenso quando você me beija, você consegue desestruturar o meu ser de uma forma inexplicável, e eu chego à conclusão apenas de uma coisa: eu te gosto com todas as forças do meu ser, de maneira egoísta, pois eu te quero só pra mim; de maneira suave, porque me sinto flutuar, quando estou ao seu lado, mas principalmente, de maneira plena, pois você me completa.
Parabéns! Amo te amorzinho.
POEMINHA SENTIMENTAL
O meu amor, o meu amor, Maria
É como um fio telegráfico da estrada
Aonde vêm pousar as andorinhas...
De vez em quando chega uma
E canta
(Não sei se as andorinhas cantam, mas vá lá!)
Canta e vai-se embora
Outra, nem isso,
Mal chega, vai-se embora.
A última que passou
Limitou-se a fazer cocô
No meu pobre fio de vida!
No entanto, Maria, o meu amor é sempre o mesmo:
As andorinhas é que mudam.
QUEM SOU EU?
DEIXO MEU E-MAIL PARA DÚVIDAS , CRÍTICAS E SUGESTÕES:
(dhennyoz@hotmail.com) .PROMETO RESPONDER ASSIM QUE PUDER. ATENCIOSAMENTE DHENNYOZ ANDREWZ.

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